O Ultimato de Vance: Quando o Eixo Washington-Tel Aviv se Desfaz em Público

O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, emitiu um ultimato público à Israel, afirmando que o país não pode atacar o único aliado que lhe resta no mundo. A declaração veio após ataques israelenses no Líbano tentarem sabotar o acordo EUA-Irã, que previa a reabertura do Estreito de Ormuz. O Irã, em resposta, fechou o estreito novamente, colocando Trump numa posição insustentável. Vance lembrou à Israel que dois terços de suas armas são pagas pelos EUA, expondo a dependência militar israelense. O artigo analisa a cronologia da sabotagem, a armadilha iraniana e as consequências para a aliança EUA-Israel, concluindo que o sionismo estratégico está em crise.

Netanyahu Entre Humilhar Trump ou Admitir a Completa Derrota

Netanyahu exige o desmantelamento do Hezbollah para aceitar o acordo de paz mediado pelo Paquistão e endossado pelos EUA e pelo Irã. A exigência contradiz os termos do memorando, que prevê cessar-fogo no Líbano e retirada israelense. O professor Marandi revela que Netanyahu atacou Beirute, e Trump, desesperado para evitar uma escalada, aceitou as condições iranianas. Agora, Netanyahu está encurralado: se obedecer a Trump, admite a derrota e desmorona a sua coalizão; se desobedecer, humilha Trump — e o Irã mantém o Estreito de Ormuz fechado. A Europa apoia o acordo. Genebra é na sexta-feira (19).

O Intrincado Xadrez de Interesses e Alianças em Construção no Oriente Médio

O artigo analisa a guerra de agressão dos EUA-Israel contra o Irã não apenas pelo prisma dos danos militares, mas sobretudo pelo redesenho político e estratégico em curso no Oriente Médio. Relatórios e análises recentes indicam que os Estados Unidos sofreram perdas materiais muito maiores do que a narrativa ocidental admite, incluindo dezenas de aeronaves perdidas ou danificadas e centenas de estruturas ou equipamentos atingidos em bases americanas na região. Esses danos não são apenas militares: eles abalam a ideia de que a presença americana no Golfo representa proteção automática para seus aliados.

A tese central é que a guerra acelerou a formação de um novo xadrez regional, com Irã, Arábia Saudita, Egito, Turquia, Paquistão, China e Rússia recalculando posições. O Golfo começa a perceber que bases americanas podem ser mais passivo do que garantia. A normalização com Israel fica congelada. O Paquistão surge como mediador e corredor logístico. A China ganha centralidade sem disparar um tiro. O Estreito de Hormuz se torna instrumento de poder iraniano. O resultado é uma região ainda instável, mas cada vez menos disposta a aceitar que Washington e Tel Aviv sejam os únicos autores do roteiro.

Scott Ritter: Por Que a Palavra Americana Vale Nada?

Neste segundo artigo da série baseada na entrevista de Scott Ritter (maio de 2026), analisamos a erosão da credibilidade americana no cenário internacional. Ritter compara os Estados Unidos ao clima — imprevisível, errático e incapaz de cumprir acordos. O artigo revisita o caso JCPOA, tratado nuclear com Irã que foi assinado por Obama, cumprido pelos iranianos e rasgado por Trump com um tuíte. Examina a disfunção institucional do Congresso americano, que nunca ratifica tratados de forma confiável. Mostra como aliados históricos — Japão, Canadá, Europa, Israel — descobrem, um a um, que são descartáveis. E explica por que o mundo, diante dessa inconfiabilidade sistêmica, está se reorganizando ao redor de novas referências: BRICS, a desdolarização, diplomacia multipolar. O artigo conclui que a maior mudança não é militar nem econômica — é psicológica. O mundo perdeu a confiança nos Estados Unidos. E essa confiança não voltará.

O Império dos Espelhos: A Queda Silenciosa dos EUA no Oriente Médio

Neste artigo, analisamos a entrevista do analista em geopolítica Scott Ritter, na qual o ex-inspetor da ONU desmonta a narrativa oficial sobre o conflito no Oriente Médio. Ritter mostra que o Irã não foi enfraquecido, mas se adaptou e hoje está mais forte — com mísseis balísticos em quantidade superior à do início da guerra e drones FPV capazes de burlar o Domo de Ferro. Os Estados Unidos, por outro lado, esgotaram os seus arsenais de longo alcance e são incapazes de sustentar uma nova guerra. Trump, diagnosticado por psiquiatras como narcisista maligno, viaja à China não para ditar termos, mas para pedir ajuda. Israel perde relevância à medida que o apoio interno nos EUA despenca. O Conselho de Cooperação do Golfo está morto; os países árabes terão que aprender a conviver com o Irã como potência regional dominante. O BRICS avança na desdolarização, ainda que sem substituto imediato para o dólar. O artigo conclui que o império americano não está sendo destruído por inimigos externos, mas por sua própria incapacidade de honrar acordos e enxergar a realidade. Leia a análise completa e entenda as raízes dessa mudança histórica.

MEARSHEIMER: “Trump Foi Enganado por Netanyahu e pelo Mossad. A Estratégia era Fadada ao Fracasso.”

Em entrevista ao Juiz Andrew Napolitano, John Mearsheimer afirmou que a estratégia de guerra contra o Irã — uma campanha de “choque e pavor” baseada na decapitação do regime — era “fadada ao fracasso”. “Não há registro histórico de uma campanha aérea, por si só, ter derrubado um regime”, disse. Praticamente todos os conselheiros de Trump alertaram contra a ideia, mas o presidente foi enganado por Netanyahu e pelo chefe do Mossad, David Barnea. O general Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, alertou que os EUA não tinham capacidade e que esgotariam o seu arsenal — e é exatamente onde estamos. O Irã apresentou uma nova proposta de três pontos: paz primeiro, depois Ormuz, depois o nuclear. O tempo está a favor do Irã. Mearsheimer alertou para a possibilidade de Israel usar armas nucleares contra o Irã — e de a Rússia fazer o mesmo na Ucrânia. “O futuro é sombrio”, concluiu.

A DEMOGRAFIA E A “GRANDE ISRAEL”: Israel Sangra em População e Economia Enquanto Netanyahu Persegue um Sonho

Milhares de israelenses protestaram em Tel Aviv contra Netanyahu, exigindo eleições antecipadas e uma política de paz. Paralelamente, dados oficiais mostram emigração líquida recorde: mais israelenses estão deixando o país do que retornando. A idade média dos emigrantes é de 31 anos — jovens qualificados estão fugindo. A fuga de cérebros duplicou desde o início da guerra, com mais de 3.500 cientistas e pesquisadores deixando Israel. A economia está em frangalhos: danos bilionários à infraestrutura, gastos militares astronômicos; a reconstrução do país exigirá bilhões. A longo prazo, a questão demográfica é inexorável: a população árabe e palestina cresce mais rápido do que a judaica israelense. O expansionismo que começou em 1948 pode estar destruindo o próprio Estado que pretende se expandir à custa de genocídios e limpeza étnica dos vizinhos.

NUREMBERG: Mearsheimer Diz que Trump, Biden e Netanyahu Seriam Enforcados por Genocídio

O professor John Mearsheimer, da Universidade de Chicago, afirmou que, se houvesse um novo tribunal de Nuremberg, Joe Biden, Donald Trump, Benjamin Netanyahu e os seus principais tenentes seriam condenados e enforcados por genocídio. Em palestra no Arab Center Washington DC, Mearsheimer disse que os EUA são cúmplices do genocídio em Gaza e que a guerra contra o Irã foi um “erro colossal” que saiu pela culatra. Ele listou as perdas militares americanas (piores desde o Vietnã), a impossibilidade de vencer uma guerra de desgaste contra o Irã, e o dilema de Trump: sem saída, exceto admitir derrota. Alertou ainda para a possibilidade real de Israel usar armas nucleares contra o Irã, com a conivência americana. “Israel é um albatroz no pescoço da América”, concluiu.

REVELAÇÃO: Netanyahu Traçou o Plano de Guerra Contra o Irã na Casa Branca

Em 11 de fevereiro de 2026, Netanyahu entrou na Sala de Situação da Casa Branca e, diante de Trump e de seus conselheiros, traçou os objetivos da guerra contra o Irã: eliminar os mísseis balísticos, conter o Irã, evitar o fechamento de Ormuz, e até realizar a mudança de regime, e até sugerindo o novo nome da liderança que ele imaginava que deveria assumir. Trump disse “parece bom para mim”. O vice-presidente J.D. Vance foi veementemente contra. O diretor da CIA chamou os cenários de “farsa”. O secretário de Estado Marco Rubio os chamou de “besteira”. Todos foram ignorados. A guerra foi decidida por um líder estrangeiro, na Sala de Situação da Casa Branca. Jesse Dollemore resumiu: “Donald Trump deu a Netanyahu o controle da Sala de Situação.”

A SABOTAGEM ANUNCIADA: LT Col Daniel Davis Fala da Sabotagem de Netanyahu ao Acordo de Trump

Menos de 24 horas após Trump anunciar um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, Israel lançou o maior bombardeio contra o Líbano em semanas. Netanyahu disse que “o Líbano não estava no acordo”. Trump, em vez de repreendê-lo, concordou. O Paquistão, mediador do acordo, desmentiu publicamente: “O cessar-fogo vale para todas as partes, incluindo o Líbano”. O Irã reagiu fechando novamente o Estreito de Ormuz e retomando os ataques. O Tenente Coronel Daniel Davis, veterano de combate e oficial de inteligência aposentado, expõe a dinâmica: Netanyahu convenceu Trump a entregar as Forças Armadas dos EUA para usar como fantoche. “É embaraçoso. Trump gosta de falar o quão forte ele é, e ainda assim permitiu que fosse usado como um fantoche.” Enquanto isso, aliados de Trump como Jack Keane defendem o “Modelo Líbia” para o Irã — o mesmo que resultou no assassinato brutal de Gaddafi —, uma sabotagem deliberada para que o Irã nunca aceite um acordo. O cessar-fogo que devia durar duas semanas durou menos de 24 horas. O império sangra. E o mundo observa.