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“VITÓRIA DECISIVA? NÃO INSULTE NOSSA INTELIGÊNCIA”: Tenente Coronel Daniel Davis Expõe as Mentiras de Hegseth

O secretário de Guerra Pete Hegseth tentou vender o cessar fogo da guerra contra o Irã como uma “vitória militar decisiva”, dizendo que o Irã “implorou pelo cessar-fogo”. O Tenente Coronel Daniel Davis, veterano de combate e oficial de inteligência aposentado, desmonta a propaganda: o Irã não era uma ameaça aos EUA há 47 anos — a hostilidade começou com o golpe da CIA em 1953. O Irã não tinha programa nuclear ativo — a própria inteligência americana confirmava. E não houve vitória — houve humilhação. Davis lembra que os EUA apoiaram uma guerra de oito anos contra o Irã que matou centenas de milhares de iranianos, e que o Irã agiu com contenção enquanto Israel e os EUA escalavam. Enquanto isso, o presidente do Irã, Pezeshkian, alerta que os ataques de Israel ao Líbano “tornarão as negociações inúteis”. E a mídia americana conclui: os EUA devem parar de obedecer a Israel se quiserem paz duradoura.

“NÃO CONTROLAMOS OS CÉUS DO IRÔ: Scott Ritter Desmascara a Mentira de Trump

Scott Ritter, ex-inspetor de armas da ONU e oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais, desmonta a propaganda de Trump: os EUA não controlam os céus do Irã. Caças F-35, F-15 e A-10 foram abatidos, helicópteros alvejados, e as defesas aéreas iranianas continuam ativas. “Não há plano de guerra”, diz Ritter. “Estamos fazendo tudo isso enquanto avançamos.” Trump, em desespero, chama os iranianos de “bastardos loucos” e dá ultimatos que ninguém respeita. Enquanto isso, o Irã libera a passagem pelo Estreito de Ormuz para navios de ajuda humanitária e de nações amigas — França, Japão, Omã, Índia, Panamá já cruzaram. Apenas navios ligados aos EUA e a Israel continuam barrados. Ritter conclui: “Precisaríamos de 900 mil a 1,2 milhão de tropas para derrotar os iranianos. As 4 mil que temos agora? Os iranianos estão dizendo: ‘tragam-nos’. Eles vão todos morrer.”

O IMPÉRIO RACHADO: Chefe Antiterrorista dos EUA Renuncia e Denuncia a Mentira da Guerra

Em 17 de março, Joe Kent, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA e veterano de 11 missões de combate, renunciou em protesto contra a guerra no Irã. Em carta a Trump, Kent afirmou que o Irã não representava ameaça iminente e que os EUA foram levados à guerra por “pressão de Israel e seu poderoso lobby”, numa “campanha de desinformação” que repetiu as mentiras que levaram à guerra do Iraque em 2003. Kent, cuja esposa morreu em combate na Síria, é a primeira baixa política de alto escalão da administração. Sua renúncia expõe a fratura no campo “America First” e valida as análises que apontavam para a ausência de justificativa real para o conflito, enquanto no terreno o Irã vence a guerra de exaustão e o preço da gasolina nos EUA dispara.