Este artigo da série “André Mendonça – O Terrivelmente Evangélico” detalha como a “atuação anômala” do ministro, apontada pela Polícia Federal, abriu caminho para uma enxurrada de pedidos de anulação e suspeição nos casos do INSS e do Banco Master. As revelações da jornalista Daniela Lima, do UOL, indicam que o ministro pode ter participado ativamente de negociações de delação premiada e que o afastamento do diretor-geral da PF pode ter sido um embaraço à Operação Dark Horse. A crise institucional no STF se aprofunda, com o presidente Edson Fachin estudando retirar os casos das mãos de Mendonça. O custo final pode ser o naufrágio de duas das maiores investigações de corrupção do país.
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A “teia oculta” do celular de Bolsonaro
O celular de Bolsonaro é uma colcha de retalhos de mensagens, vídeos, áudios e contatos demonstra um esforço orquestrado para perpetuar uma narrativa contrária à verdade e para intimidar e tentar manipular órgãos encarregados da Justiça.
Moraes avisa Bolsonaro: a próxima infração pode ser a última
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (24) que, por enquanto, não haverá prisão para Jair Bolsonaro. Mas não se engane: o recado foi duro e cristalino.