Drones FPV de US$ 500 estão destruindo tanques Merkavade de US$ 5 milhões no sul do Líbano. Em 26 de março, 21 tanques foram destruídos em 24 horas. O sistemas de defesa aérea como o Iron Dome são inúteis contra pequenos quadricópteros que voam a 2 metros do chão. O Hezbollah também desenvolveu drones guiados por fibra ótica — imunes a guerra eletrônica, indetectáveis. A incursão terrestre israelense estagnou. O mesmo padrão se repete na Ucrânia e no Mar Vermelho (onde drones iranianos forçaram um porta-aviões americano a recuar). A China respondeu com um navio porta-drones. A Rússia desenvolve sistemas a laser e de multi-disparos. A guerra mudou. A relação de custo é absurda: US$ 500 contra US$ 5 milhões, cada um.
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KIRIAKOU: “Trump Ignorou a CIA e Seguiu as Ordens de Israel”
Ex-agente da CIA e denunciante revela a Tucker Carlson que a inteligência americana não viu ameaça no Irã. “As pessoas com quem falo na agência dizem especificamente que não.” A decisão de Trump de atacar foi baseada em informações israelenses. E a pergunta que fica é: por que um presidente acredita em uma agência estrangeira em vez da sua própria?
A DEMOGRAFIA E A “GRANDE ISRAEL”: Israel Sangra em População e Economia Enquanto Netanyahu Persegue um Sonho
Milhares de israelenses protestaram em Tel Aviv contra Netanyahu, exigindo eleições antecipadas e uma política de paz. Paralelamente, dados oficiais mostram emigração líquida recorde: mais israelenses estão deixando o país do que retornando. A idade média dos emigrantes é de 31 anos — jovens qualificados estão fugindo. A fuga de cérebros duplicou desde o início da guerra, com mais de 3.500 cientistas e pesquisadores deixando Israel. A economia está em frangalhos: danos bilionários à infraestrutura, gastos militares astronômicos; a reconstrução do país exigirá bilhões. A longo prazo, a questão demográfica é inexorável: a população árabe e palestina cresce mais rápido do que a judaica israelense. O expansionismo que começou em 1948 pode estar destruindo o próprio Estado que pretende se expandir à custa de genocídios e limpeza étnica dos vizinhos.
“VITÓRIA DECISIVA? NÃO INSULTE NOSSA INTELIGÊNCIA”: Tenente Coronel Daniel Davis Expõe as Mentiras de Hegseth
O secretário de Guerra Pete Hegseth tentou vender o cessar fogo da guerra contra o Irã como uma “vitória militar decisiva”, dizendo que o Irã “implorou pelo cessar-fogo”. O Tenente Coronel Daniel Davis, veterano de combate e oficial de inteligência aposentado, desmonta a propaganda: o Irã não era uma ameaça aos EUA há 47 anos — a hostilidade começou com o golpe da CIA em 1953. O Irã não tinha programa nuclear ativo — a própria inteligência americana confirmava. E não houve vitória — houve humilhação. Davis lembra que os EUA apoiaram uma guerra de oito anos contra o Irã que matou centenas de milhares de iranianos, e que o Irã agiu com contenção enquanto Israel e os EUA escalavam. Enquanto isso, o presidente do Irã, Pezeshkian, alerta que os ataques de Israel ao Líbano “tornarão as negociações inúteis”. E a mídia americana conclui: os EUA devem parar de obedecer a Israel se quiserem paz duradoura.
O BUFÃO RECUOU: Trump Anuncia Cessar-Fogo de Duas Semanas e o Irã Declara Vitória
Após ameaçar “apagar uma civilização inteira”, Trump recuou e anunciou um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, intermediado pelo Paquistão. O Irã declarou vitória e divulgou os termos da capitulação americana: controle do Estreito de Ormuz pelo Teerã, pagamento de indenizações, suspensão das sanções, permissão para enriquecimento de urânio e retirada das tropas americanas do Oriente Médio. O Papa Leão XIV classificou a ameaça de Trump como “inaceitável”. A pressão pela 25ª Emenda cresceu, com figuras como Marjorie Taylor Greene afirmando que Trump “enlouqueceu”. Israel, pego de surpresa pelo recuo americano, fica isolado e à beira do colapso. A guerra que devia durar quatro dias terminou em capitulação humilhante.
“VAMOS EMBORA, COM OU SEM ACORDO”: Trump Anuncia a Debandada da Guerra
Nesse domingo que passou, no 40º dia, Trump disse que os EUA vão embora. Isto é, dar por terminada a guerra contra o Irã. A questão é se é possível acreditar em qualquer coisa que o Presidente dos Estados Unidos fala.
A notícia, divulgada pela CNN Brasil, é baseada em declarações da Casa Branca e do próprio presidente.
AS IDAS E VINDAS DE UM BELICISTA DESMIOLADO
AS IDAS E VINDAS DE UM BELICISTA DESMIOLADO
Trump prometeu guerra de quatro dias contra o Irã. Indo para o trigésimo dia, ele implora por cessar-fogo. A saga das últimas 72 horas expõe o desespero: Israel ataca Natanz; Irã responde atingindo o reator nuclear de Dimona, deixando 100 feridos. O Irã usa bombas de fragmentação (cluster bombs) que as defesas israelenses não conseguem interceptar — 19 mísseis já atingiram áreas urbanas. Trump dá ultimato de 48 horas para o Irã abrir Ormuz; Irã ameaça destruir todo o Golfo, se a ilha de Kharg for atacada. Trump recua, anuncia “tregua de 5 dias” e mente sobre negociações. Irã desmente publicamente. A economia americana colapsa com petróleo a US$ 6 o galão e estoques para duas semanas. Trump perde a guerra que prometeu vencer em quatro dias.
A FARSA DA VITÓRIA: Trump Negocia em Segredo Enquanto o Irã Dita os Termos
Enquanto Donald Trump proclama vitória e diz que os iranianos “imploram para negociar”, a realidade é oposta. Reportagem da Drop Site News revela negociações secretas em Omã, onde o Irã, em posição de força, exige garantias de longo prazo, o fim da presença militar dos EUA na região e a cessação das sanções. Israel sangra com suas defesas exauridas, a opinião pública americana (inclusive a base “America First”) se revolta contra a guerra, e a economia dos EUA sofre com a inflação e o preço dos combustíveis. Trump, desesperado por uma saída antes das eleições, enfrenta um Irã que não tem pressa e dita os termos. A farsa da vitória ruiu.
O IMPÉRIO RACHADO: Chefe Antiterrorista dos EUA Renuncia e Denuncia a Mentira da Guerra
Em 17 de março, Joe Kent, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA e veterano de 11 missões de combate, renunciou em protesto contra a guerra no Irã. Em carta a Trump, Kent afirmou que o Irã não representava ameaça iminente e que os EUA foram levados à guerra por “pressão de Israel e seu poderoso lobby”, numa “campanha de desinformação” que repetiu as mentiras que levaram à guerra do Iraque em 2003. Kent, cuja esposa morreu em combate na Síria, é a primeira baixa política de alto escalão da administração. Sua renúncia expõe a fratura no campo “America First” e valida as análises que apontavam para a ausência de justificativa real para o conflito, enquanto no terreno o Irã vence a guerra de exaustão e o preço da gasolina nos EUA dispara.
Os EUA se Tornaram o Agente do Caos no Mercado de Energia
O Irã, por meio de sua Guarda Revolucionária, estabeleceu um ultimato histórico para a navegação no Estreito de Ormuz: países árabes e europeus que desejarem que seus petroleiros e metaneiros atravessem a região com segurança terão que expulsar os embaixadores de Israel e dos Estados Unidos de seus territórios. A medida é uma resposta direta aos ataques coordenados entre EUA e Israel contra alvos iranianos, que não alcançaram os resultados estratégicos esperados — levando analistas a afirmar que o governo Trump estaria em pânico com o desenrolar do conflito.