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TRUMP, SHUT UP. O Mundo Manda Trump Calar a Boca

O Irã divulgou um vídeo de IA ridicularizando Trump, com a legenda “Trump, cala a boca”. Enquanto isso, as pesquisas mostram 67% de desaprovação à gestão Trump, 76% de desaprovação ao manejo do custo de vida, e 21% dos republicanos já querem seu impeachment. Tucker Carlson se voltou contra Trump, dizendo “somos cúmplices disso”. Marjorie Taylor Greene revelou que, quando seu filho foi ameaçado, Trump respondeu por mensagem: “Ele merece. É sua culpa.” Victor Hugo escreveu: “A queda é a fornalha, a decadência é o fogo lento.” Trump está no fogo lento. O mundo, os americanos, seus próprios aliados — todos mandam que ele cale a boca.

O CESSAR-FOGO ETERNO: Trump Estende Trégua sem Prazo e Desvia o Foco para Cuba

Trump anunciou a extensão do cessar-fogo com o Irã “sem um prazo determinado” — uma admissão implícita de derrota. O governo iraniano já havia anunciado que não participaria da próxima rodada de negociações, acusando os EUA de “má-fé” e de tentar “compensar o seu fracasso na guerra por meio de demandas excessivas”. Enquanto isso, a Sputnik lista os 5 fracassos estratégicos dos EUA: inflação recorde, arsenal militar esgotado, meta de derrubar o regime frustrada, alianças em frangalhos e poder coercitivo enfraquecido. Hegseth continua a repetir mentiras sobre o Irã (“não tem mais nada”, “não pode reconstruir suas defesas”). E Trump tenta desviar a atenção com ameaças a Cuba. O império sangra. O comandante se esconde.

A DUPLA FACE DE TRUMP: Discurso de Guerra, Negociação de Paz

O cientista político russo Konstantin Blokhin revelou à Sputnik: a posição dos EUA nas negociações a portas fechadas é “mais complacente” do que as ameaças públicas de Trump. Enquanto o presidente berra “aniquilação” para a mídia, seus negociadores buscam um “congelamento do conflito” — uma admissão de derrota disfarçada. Enquanto isso, os países do Golfo observam com inquietação: as negociações priorizam o controle de Ormuz e o programa nuclear iraniano, ignorando as ameaças que mais os afetam (mísseis e grupos armados). A percepção no Golfo é de que estão sendo abandonados por Washington. E que o controle iraniano sobre a rota energética mais importante do planeta se tornará permanente. O império não apenas perdeu a guerra — perdeu a confiança de seus aliados.

A DANÇA DO ESTREITO: Irã Fecha Ormuz Novamente, e o Petróleo se Prepara para Nova Alta

O Irã anunciou a reabertura temporária do Estreito de Ormuz durante o cessar-fogo. O petróleo caiu 10%, passando de US$ 100 para US$ 89. Trump agradeceu ao Irã (“Obrigado!”), mas manteve o “bloqueio covarde” — como define Pepe Escobar — até que “o acordo seja 100% concluído”. O Irã reagiu. Neste sábado (18), a agência estatal iraniana Tasnim anunciou que o estreito está novamente fechado. Um porta-voz militar iraniano afirmou que a passagem continuará bloqueada enquanto o bloqueio americano aos portos iranianos permanecer em vigor. Trump, em nova postagem, disse que o estreito está “completamente aberto” mas que o bloqueio continua — uma contradição que o mercado não aceitará passivamente. A Europa, enquanto isso, age sem os EUA. O petróleo subirá novamente. A única certeza é que Trump não quer paz — quer uma capitulação. E o Irã não está disposto a aceitar.

SCOTT RITTER: O Bloqueio de Trump é uma Piada

Trump ameaçou impor um bloqueio naval ao Irã, mas Scott Ritter, ex-oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA, explica por que é inviável: os navios americanos não podem chegar perto do Estreito de Ormuz — seriam afundados por mísseis e drones iranianos. Em mar aberto, a Marinha dos EUA não tem navios suficientes para patrulhar uma área tão vasta. Enquanto isso, Elijah Magnier confirma que petroleiros iranianos e chineses já estão cruzando o estreito livremente. A China deixou claro que não tolerará interferência em seus suprimentos de energia. Ritter conclui: “O bloqueio é uma piada. O que vamos fazer? Abordar um navio chinês? Não temos os recursos para isso.”

“VITÓRIA DECISIVA? NÃO INSULTE NOSSA INTELIGÊNCIA”: Tenente Coronel Daniel Davis Expõe as Mentiras de Hegseth

O secretário de Guerra Pete Hegseth tentou vender o cessar fogo da guerra contra o Irã como uma “vitória militar decisiva”, dizendo que o Irã “implorou pelo cessar-fogo”. O Tenente Coronel Daniel Davis, veterano de combate e oficial de inteligência aposentado, desmonta a propaganda: o Irã não era uma ameaça aos EUA há 47 anos — a hostilidade começou com o golpe da CIA em 1953. O Irã não tinha programa nuclear ativo — a própria inteligência americana confirmava. E não houve vitória — houve humilhação. Davis lembra que os EUA apoiaram uma guerra de oito anos contra o Irã que matou centenas de milhares de iranianos, e que o Irã agiu com contenção enquanto Israel e os EUA escalavam. Enquanto isso, o presidente do Irã, Pezeshkian, alerta que os ataques de Israel ao Líbano “tornarão as negociações inúteis”. E a mídia americana conclui: os EUA devem parar de obedecer a Israel se quiserem paz duradoura.

A SABOTAGEM ANUNCIADA: LT Col Daniel Davis Fala da Sabotagem de Netanyahu ao Acordo de Trump

Menos de 24 horas após Trump anunciar um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, Israel lançou o maior bombardeio contra o Líbano em semanas. Netanyahu disse que “o Líbano não estava no acordo”. Trump, em vez de repreendê-lo, concordou. O Paquistão, mediador do acordo, desmentiu publicamente: “O cessar-fogo vale para todas as partes, incluindo o Líbano”. O Irã reagiu fechando novamente o Estreito de Ormuz e retomando os ataques. O Tenente Coronel Daniel Davis, veterano de combate e oficial de inteligência aposentado, expõe a dinâmica: Netanyahu convenceu Trump a entregar as Forças Armadas dos EUA para usar como fantoche. “É embaraçoso. Trump gosta de falar o quão forte ele é, e ainda assim permitiu que fosse usado como um fantoche.” Enquanto isso, aliados de Trump como Jack Keane defendem o “Modelo Líbia” para o Irã — o mesmo que resultou no assassinato brutal de Gaddafi —, uma sabotagem deliberada para que o Irã nunca aceite um acordo. O cessar-fogo que devia durar duas semanas durou menos de 24 horas. O império sangra. E o mundo observa.

A FARSA DA VITÓRIA: Trump Negocia em Segredo Enquanto o Irã Dita os Termos

Enquanto Donald Trump proclama vitória e diz que os iranianos “imploram para negociar”, a realidade é oposta. Reportagem da Drop Site News revela negociações secretas em Omã, onde o Irã, em posição de força, exige garantias de longo prazo, o fim da presença militar dos EUA na região e a cessação das sanções. Israel sangra com suas defesas exauridas, a opinião pública americana (inclusive a base “America First”) se revolta contra a guerra, e a economia dos EUA sofre com a inflação e o preço dos combustíveis. Trump, desesperado por uma saída antes das eleições, enfrenta um Irã que não tem pressa e dita os termos. A farsa da vitória ruiu.