Este artigo analisa o desempenho recorde da Embraer no mercado global de aviação comercial em 2025, com destaque para as 244 aeronaves entregues e a carteira de pedidos de US$ 31,6 bilhões. Em contraste, expõe a pressão exercida pelo governo Trump sobre o Brasil para que companhias aéreas nacionais adquirissem jatos Boeing, como moeda de troca para aliviar o tarifaço de 50%. O texto desconstrói a lógica coercitiva da proposta americana, que incluía 21 exigências, e ressalta a rejeição soberana do governo brasileiro diante de uma imposição incompatível com a autonomia do setor privado.