Os Estoques de Petróleo dos EUA e a Espada Nuclear Iraniana Forçaram a Capitulação de Washington

Larry Johnson, ex-analista da CIA, revela em entrevista que a capitulação americana ao Irã foi forçada por uma crise silenciosa: a Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA está no limite, com pouco mais de 200 milhões de barris disponíveis antes do colapso das cavernas de sal. Os EUA dependem de petróleo pesado importado do Golfo, mas o Estreito de Ormuz está parcialmente fechado. A escassez ameaça paralisar a economia e a máquina de guerra americana. Simultaneamente, o Irã, através do Paquistão, transmitiu um ultimato: detonará um dispositivo nuclear em seu território como demonstração de capacidade, se a guerra não parar. A ameaça era crível, apoiada por evidências técnicas de que o Irã pode enriquecer urânio a grau militar em semanas. O Paquistão, atuando como mediador, também representa o realinhamento dos países do Golfo contra os EUA, pressionando por uma saída americana da região. O acordo final é uma capitulação formal, em troca de promessas que o Irã já havia feito no JCPOA. A China e a Rússia observam, enquanto o sistema financeiro global começa a se afastar do dólar. O cenário descreve o crepúsculo da Pax Americana e a emergência de uma nova ordem multipolar.

O Ultimato de Vance: Quando o Eixo Washington-Tel Aviv se Desfaz em Público

O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, emitiu um ultimato público à Israel, afirmando que o país não pode atacar o único aliado que lhe resta no mundo. A declaração veio após ataques israelenses no Líbano tentarem sabotar o acordo EUA-Irã, que previa a reabertura do Estreito de Ormuz. O Irã, em resposta, fechou o estreito novamente, colocando Trump numa posição insustentável. Vance lembrou à Israel que dois terços de suas armas são pagas pelos EUA, expondo a dependência militar israelense. O artigo analisa a cronologia da sabotagem, a armadilha iraniana e as consequências para a aliança EUA-Israel, concluindo que o sionismo estratégico está em crise.

O Império dos Espelhos: A Queda Silenciosa dos EUA no Oriente Médio

Neste artigo, analisamos a entrevista do analista em geopolítica Scott Ritter, na qual o ex-inspetor da ONU desmonta a narrativa oficial sobre o conflito no Oriente Médio. Ritter mostra que o Irã não foi enfraquecido, mas se adaptou e hoje está mais forte — com mísseis balísticos em quantidade superior à do início da guerra e drones FPV capazes de burlar o Domo de Ferro. Os Estados Unidos, por outro lado, esgotaram os seus arsenais de longo alcance e são incapazes de sustentar uma nova guerra. Trump, diagnosticado por psiquiatras como narcisista maligno, viaja à China não para ditar termos, mas para pedir ajuda. Israel perde relevância à medida que o apoio interno nos EUA despenca. O Conselho de Cooperação do Golfo está morto; os países árabes terão que aprender a conviver com o Irã como potência regional dominante. O BRICS avança na desdolarização, ainda que sem substituto imediato para o dólar. O artigo conclui que o império americano não está sendo destruído por inimigos externos, mas por sua própria incapacidade de honrar acordos e enxergar a realidade. Leia a análise completa e entenda as raízes dessa mudança histórica.

Os EUA se Tornaram o Agente do Caos no Mercado de Energia

O Irã, por meio de sua Guarda Revolucionária, estabeleceu um ultimato histórico para a navegação no Estreito de Ormuz: países árabes e europeus que desejarem que seus petroleiros e metaneiros atravessem a região com segurança terão que expulsar os embaixadores de Israel e dos Estados Unidos de seus territórios. A medida é uma resposta direta aos ataques coordenados entre EUA e Israel contra alvos iranianos, que não alcançaram os resultados estratégicos esperados — levando analistas a afirmar que o governo Trump estaria em pânico com o desenrolar do conflito.

Netanyahu/Trump x Irã: As Narrativas e o Espetáculo Grotesco de um Ataque sem Justificativa

O mundo acordou hoje, 28 de fevereiro de 2026, com a notícia de que Israel e os EUA lançaram um “ataque preventivo” contra o Irã. Mas a resposta iraniana foi imediata e devastadora, expondo a fragilidade da narrativa ocidental.

O Irã lançou a Operação “Promessa Verdadeira 4”, atingindo 14 bases militares dos EUA no Oriente Médio, incluindo a sede da Quinta Frota no Bahrein e a maior base do CENTCOM no Qatar. Em Israel, o sistema Domo de Ferro se mostrou ineficaz, com mísseis atingindo Tel Aviv e Haifa. A peça central da retaliação foi o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo global, paralisando a economia mundial.

O Império dos Espelhos: Trump Não Vai Bombardear o Irã

Nas últimas 72 horas, quatro vozes — talvez as mais lúcidas dentro do deserto de mediocridade que é o atual establishment de segurança nacional americano — convergiram para um veredito que a grande mídia ainda insiste em obscurecer: os Estados Unidos não vão atacar o Irã. Porque não podem.

A Geopolítica do Espetáculo: O Conselho Imperial da Paz de Trump

A ideia de um “Conselho da Paz para Gaza”, apresentada como uma solução inovadora para um conflito secular, é, na verdade, a ponta de um iceberg muito mais sinistro. Ela encapsula a ambição de deslocar o centro de gravidade do poder internacional, minando deliberadamente a autoridade das Nações Unidas e, em particular, de seu Conselho de Segurança.

A crítica do presidente brasileiro – Luiz Inácio Lula da Silva – ao projeto de Trump, foi precisa: a proposta é equivalente a “criar sozinho uma nova ONU”.

Oreshnik: A Força Bruta da Geopolítica

Em um movimento que vai muito além do campo de batalha ucraniano, a Rússia lançou pela segunda vez seu míssil hipersônico Oreshnik contra Lviv. Este ataque não é um simples evento tático; é um ponto de exclamação geopolítico, um recado audível e indetectável às capitais ocidentais.
Este artigo mergulha nas raízes dessa escalada, baseando-se na análise contundente do ex-inspetor da ONU Scott Ritter. Ritter descreve um cenário onde os Estados Unidos, sob uma política de “sancionar até o colapso”, testam incessantemente os limites russos – desde ataques a bombardeiros nucleares até operações encobertas. O objetivo final, em sua visão, não é a paz, mas a submissão de uma Rússia que reaprendeu a ter orgulho de si mesma.
O Oreshnik é a resposta a essa pressão. É a linguagem da força

Jeffrey Sachs: Os EUA Como Fonte de Instabilidade Contínua no Mundo

Ontem assistimos na reunião de emergência da Assembleia Geral da ONU, convocada para tratar do sequestro do presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o professor Jeffrey Sachs.
A fala de Sachs foi histórica, sem rodeios, mostrando o quão nocivos sempre foram e são os Estados Unidos, que se pautam em pregar que a comunidade internacional siga regras, enquanto eles, quando lhes convém, burlam e negam essas mesmas regras.

China, Rússia e Irã: Como a Venezuela se Tornou o Estopim do Fim da Hegemonia Energética dos EUA

O sequestro de Nicolás Maduro não foi um erro tático. Foi um erro histórico.
Ao tentar impor força, os EUA acionaram o gatilho que faltava para a maior virada energética do século:
🔹 petróleo fora do dólar
🔹 China, Rússia e Irã assumindo o tabuleiro
🔹 Venezuela transformada em epicentro da ruptura
O petrodólar não caiu por discurso.
Caiu por ação, barril por barril.
Estamos assistindo ao nascimento de um mundo multipolar — não por escolha de Washington, mas apesar dele.