O Império dos Espelhos: A Queda Silenciosa dos EUA no Oriente Médio

Neste artigo, analisamos a entrevista do analista em geopolítica Scott Ritter, na qual o ex-inspetor da ONU desmonta a narrativa oficial sobre o conflito no Oriente Médio. Ritter mostra que o Irã não foi enfraquecido, mas se adaptou e hoje está mais forte — com mísseis balísticos em quantidade superior à do início da guerra e drones FPV capazes de burlar o Domo de Ferro. Os Estados Unidos, por outro lado, esgotaram os seus arsenais de longo alcance e são incapazes de sustentar uma nova guerra. Trump, diagnosticado por psiquiatras como narcisista maligno, viaja à China não para ditar termos, mas para pedir ajuda. Israel perde relevância à medida que o apoio interno nos EUA despenca. O Conselho de Cooperação do Golfo está morto; os países árabes terão que aprender a conviver com o Irã como potência regional dominante. O BRICS avança na desdolarização, ainda que sem substituto imediato para o dólar. O artigo conclui que o império americano não está sendo destruído por inimigos externos, mas por sua própria incapacidade de honrar acordos e enxergar a realidade. Leia a análise completa e entenda as raízes dessa mudança histórica.

O FANTASMA DE NETANYAHU: Morto, Vivo ou Refém de um Golpe?

John Helmer, analista de geopolítica, analisa os estranhos vídeos de Benjamin Netanyahu (café, discurso, conversa com garotas) e aponta sinais de fabricação: o gole que não desce, o capuccino que não muda, a jaqueta usada por dias. Mais do que provar que Netanyahu está vivo, os vídeos mostram que ele não está no comando. Helmer levanta a hipótese de um golpe militar silencioso em Israel, orquestrado pelos generais israelenses com anuência dos EUA, para remover o obstáculo que Netanyahu se tornou para um cessar-fogo.

O Por quê um Ataque dos EUA ao Irã é a Receita para um Desastre Anunciado

À medida que a retórica belicista se intensifica, especialistas como Andrei Martyanov, Larry Johnson e Larry Wilkerson pintam um quadro aterrorizante das reais consequências de um ataque dos EUA ao Irã. Longe da fantasia de “guerra rápida” vendida por Washington, a realidade expõe um país despreparado para um conflito contra uma nação de 90 milhões de habitantes com defesa aérea integrada e o apoio explícito de Rússia e China.

Larry C. Johnson: O assassinato de Charlie Kirk, o sionismo e as versões que desmoronam

O caso do assassinato de Charlie Kirk e símbolo do movimento conservador MAGA, continua a revelar camadas de contradições e narrativas forjadas. Radicalmente conservador, ferrenho opositor da esquerda e apoiador declarado do sionismo, Kirk construiu sua carreira sendo financiado por redes pró-Israel e outros setores da direita americana. Mas, como toda novela política regada a dinheiro, poder e ideologia, a relação começou a ruir quando ele percebeu que o lobby sionista ditava os rumos da política dos Estados Unidos, sacrificando interesses nacionais e, sobretudo, legitimando o massacre sistemático do povo palestino.