Donald Trump, figura emblemática do autoritarismo moderno, não se contenta em minar as bases democráticas dentro dos Estados Unidos — agora, sua ofensiva se estende diretamente contra a democracia brasileira, seu judiciário e sua autonomia política. O recente pacote de sanções, tarifas punitivas e pressões diplomáticas impostas por Washington contra o Brasil expõe um padrão clássico de intervenção autoritária sob o verniz da política externa, que visa desestabilizar governos independentes e subjugar instituições soberanas.
Lindsey Graham expõe plano de Washington contra a Rússia e revela o cinismo da política externa dos EUA
Em vídeos e entrevistas recentes, Graham defendeu abertamente o endurecimento máximo das sanções contra Moscou, pregando inclusive a destruição econômica não só da Rússia, mas também de países do BRICS (incluindo Brasil, China e Índia) que desafiem o embargo energético americano. Seu discurso chocou até setores moderados, não apenas por expressar a hostilidade típica da guerra fria, mas por admitir — em cadeia nacional americana — que o objetivo dos EUA não é apenas “conter” a Rússia, mas arruinar seu modelo econômico a qualquer custo.
Após sanções dos EUA, Alexandre de Moraes vai a jogo do Corinthians
Política em Debate é uma mídia independente. Sem lado. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Na noite de quarta-feira (30), o […]
Taxação de Trump: da conspiração ao vexame — extrema direita exposta e Eduardo Bolsonaro humilhado
Ficou claro que a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos foi pautada em articular, apoiar e até comemorar sanções que atingiriam diretamente a economia nacional, usando o processo do pai, Jair Bolsonaro, como moeda de troca para pressionar o STF brasileiro e buscar anistia a aliados. Eduardo se tornou, assim, símbolo da agenda anti-Brasil: trabalhou ativamente para travar negociações diplomáticas que poderiam suavizar o impacto do tarifaço em setores-chave e sabotou os esforços do Congresso Nacional para buscar uma solução negociada
Paulo Motoryn: A farsa de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo
O artigo do jornalista Paulo Motoryn, editor do Intercept Brasil, intitulado “A farsa de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo”, aprofunda o cinismo de dois personagens centrais na cena política brasileira atual, relevando contradições e hipocrisias com o intuito de corroer a democracia e a soberania nacional.
A “teia oculta” do celular de Bolsonaro
O celular de Bolsonaro é uma colcha de retalhos de mensagens, vídeos, áudios e contatos demonstra um esforço orquestrado para perpetuar uma narrativa contrária à verdade e para intimidar e tentar manipular órgãos encarregados da Justiça.
Três dias antes de ser presa Zambelli disse ser ‘exilada política’ na Itália e agradeceu Flávio Bolsonaro
Política em Debate é uma mídia independente. Sem lado. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por Política em Debate I Brasília, […]
Enfim!! Carla Zambelli presa: ela deverá ser deportada para o Brasil
Finalmente, o espetáculo da queda da deputada bolsonarista Carla Zambelli recebeu seu capítulo decisivo. Presa em Roma após semanas foragida, Zambelli enfrenta agora o peso da justiça italiana — que, com base em uma jurisprudência clara e precedentes bem estabelecidos, deverá deportá-la ao Brasil para o cumprimento das penas que somam 18 anos de prisão.
Até os governadores bolsonaristas condenam: tarifa de Trump vira golpe político e a família Bolsonaro é responsabilizada
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O “complexo de vira lata” e o entreguismo nacional
“Viralatismo” (ou “complexo de vira-lata”) se refere a um complexo de inferioridade percebido entre os brasileiros, no qual eles veem sua própria cultura, povo e conquistas como inferiores às de outras nações. Esse conceito, cunhado pelo jornalista Nelson Rodrigues em 1958, descreve uma tendência em denegrir o Brasil e seu povo enquanto idealizam culturas estrangeiras.