Bolsonaro nega — mas assessores confirmam: ele quis se agarrar ao poder mesmo após a derrota

Jair Bolsonaro pode até negar, mas os bastidores contam outra história. Documentos e mensagens encontrados no celular do coronel da reserva Flávio Peregrino, assessor do general Walter Braga Netto, revelam que o ex-presidente não aceitava a derrota de 2022 como algo definitivo. Conforme divulgado pelo Brasil 247, as anotações internas revelam a intenção expressa de continuar no governo mesmo após a derrota eleitoral.

Trump, Putin e o tabuleiro da paz: A Imposição da Cessão de Territórios da Ucrânia aos Russos

Na tentativa de encerrar a guerra entre a Federação Russa e o chamado “Ocidente coletivo” — conflito que já devasta a Ucrânia há mais de 03 anos — Donald Trump resolveu agir com o seu tradicional estilo de ultimato. Primeiro, impôs um prazo de 50 dias para que Vladimir Putin aceitasse um cessar-fogo, sob pena de novas tarifas econômicas contra Moscou.

Mídia: Zelensky é Página Virada. O general Valery Zaluzhny é o Novo Presidente, de fato, da Ucrânia

Enquanto o mundo finge acompanhar com indignação a “guerra na Ucrânia”, um fato essencial foi simplesmente silenciado: Volodymyr Zelensky caiu. O presidente-símbolo da resistência ao “invasor russo” foi discretamente substituído — sem eleição, sem parlamento, sem povo. No lugar, entra o general Valery Saluzhny, ex-comandante das Forças Armadas ucranianas, outrora demitido por Zelensky, e agora ressuscitado como marionete funcional das potências ocidentais.

Bolsonaro em prisão domiciliar: o inevitável fim da era da impunidade

Era questão de tempo: Alexandre de Moraes, ministro do STF, decretou nesta segunda-feira (04/08) a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Se acabaram os truques, as manobras e as estratégias de tentar fugir da justiça que vinham sendo usadas pelo ex-presidente. Não é pra ninguém comemorar. É uma vergonha ter tido um homem como esse presidente da república.

Putin escala o apocalipse: produção em massa do míssil hipersônico oreshnik e a retórica do “mão morta”

Vladimir Putin voltou a elevar o tom da ameaça nuclear global. Em conferência ao lado do aliado Lukashenko, de Belarus, o presidente russo anunciou a produção em massa do míssil hipersônico Oreshnik, de alcance até 5.500Km e velocidade 10 a 12 vezes maior que o som, capaz de portar ogivas nucleares e atingir qualquer país integrante da OTAN em menos de 17 minutos.